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10 principais sintomas do diabetes

Perceber os sinais clássicos logo no início ajuda no controle da doença e na não piora do quadro clínico.

Multidão

O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é o nome dado a um grupo de distúrbios metabólicos que levam ao aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Dizemos que o diabetes é um grupo de doenças porque se classifica em mais de um tipo – diabetes tipo 1, tipo 2 e gestacional –, com causas diferentes, evoluções peculiares e tratamentos distintos.

Porém, independentemente do tipo de diabetes, um fator em comum torna essa doença bastante perigosa: por ser assintomática em muitos casos, a demora na percepção do seu desenvolvimento pode resultar em graves complicações à saúde. Há situações em que o paciente leva anos para notar a enfermidade.

Isso acontece porque, em um primeiro momento, os sintomas do diabetes são “leves” e podem facilmente se confundir com outras desordens menos alarmantes. São exemplos de sintomas: fadiga, mudanças de humor, alterações no peso, fome e sede constantes, sinais muito relacionados a quadros de estafa e ansiedade.

Silencioso e muito perigoso quando não tratado logo no início, o diabetes pode implicar em graves perturbações como lesões nos rins, danos à visão e infecções diversas. Sem falar em doenças coronárias (cardíacas) como a aterosclerose que, inclusive, pode levar à morte súbita.

Principais sintomas do diabetes

Vimos que o diabetes se manifesta de três formas, isso sem falar no estágio de pré-diabetes, alteração do metabolismo que pode evoluir para o diabetes tipo 2. E é verdade que muitas vezes é extremamente difícil notar a presença da doença, mas perceber as primeiras manifestações é vital para o controle e não agravamento do quadro.

Apesar dos sintomas do diabetes variarem conforme a apresentação da doença, existe um consenso que indica os principais sinais que são comuns a quase todos os tipos. São os 10 mais citados:

1. Poliúria (micção excessiva)

Termo médico para se referir ao aumento da produção de urina, ou seja, a necessidade de urinar muitas vezes durante o dia ou à noite, usualmente em volume normal. Em um período de 24 horas, adultos chegam a eliminar em média 3 litros de urina, enquanto crianças de 2 a 2,5 litros.

No diabetes, a poliúria acontece porque o organismo precisa se livrar do excesso de glicose no sangue, já que a insulina não é suficiente ou já não consegue fazer esse trabalho. E então os rins são acionados para servirem de filtro, trabalhando em dobro, de forma a gerarem uma quantidade de líquido maior do que o normal para que a glicose possa ser diluída e excretada através da urina.

Como resultado, quanto mais elevada for a concentração de glicose no sangue (glicemia), mais acentuada será a perda de glicose pela urina (glicosúria), maior será o volume de urina produzido e, consequentemente, mais idas ao banheiro ocorrerão.

2. Polidipsia (sede constante)

Em função da poliúria – que por vezes pode levar à boca seca até que o corpo reponha os níveis normais de água-, é normal que se tenha sede com mais frequência. E então, a polidipsia se apresenta acompanhada pela ingestão de líquidos em grande quantidade e em várias vezes para suprir a sede constante.

3. Polifagia (aumento do apetite)

Condição bastante relacionada com doenças metabólicas, como o diabetes, a polifagia (também conhecida por hiperfagia) se caracteriza pela fome excessiva e pela vontade de comer acima do normal, que não cessa mesmo que a pessoa se alimente.

Mas, afinal, porque as pessoas com diabetes sentem muita fome? Como a insulina não dá conta de trabalhar com eficiência no controle da glicemia circulante no sangue, o organismo tende a se esforçar além do normal para eliminar o açúcar excedente. E essa hiperatividade agiliza os episódios de fome.

E mais: como as células não conseguem captar glicose suficiente para gerar energia, o corpo constantemente acredita estar em jejum. Por isso, como para funcionar corretamente o organismo precisa de energia e o único modo para obtê-la é através da alimentação, emite repetitivos sinais de alerta em forma de fome.

Importante ressaltar, contudo, que o termo não enquadra ocorrências isoladas de fome excessiva, mas sim quando um padrão de comer demais se estabelece ao longo do tempo. E que juntamente à poliúria e à polidipsia, a polifagia compõe a lista dos três sinais clássicos e iniciais do diabetes.

4. Perda de peso

Observada com bem menos frequência em pacientes com diabetes tipo 2, a perda de peso é um sintoma extremamente comum no diabetes tipo 1, doença de origem imunológica em que a insulina deixa de ser produzida de modo relativamente repentino.

É que nesses casos, com a ausência de insulina – hormônio que também responde pelo armazenamento de gordura e pela síntese de proteínas no organismo –, o corpo deixa de armazenar gordura e de produzir músculos.

Somado a isso, como as células não recebem a glicose em quantidade suficiente para realizar corretamente suas atividades, acabam tendo que obter energia de outras fontes. Ou seja, a partir da quebra de proteínas e dos estoques de gordura. Em resumo, sem insulina o corpo não gera músculos e gorduras, e ainda precisa fazer uso recorrente das reservas existentes.

E assim, curiosamente, mesmo apresentando o sintoma de polifagia, pode acontecer da pessoa com diabetes também ter redução brusca de peso.

5. Fadiga extrema

Cansaço crônico, muito sono, falta de energia para desenvolver atividades cotidianas, preguiça frequente e tontura são sintomas comuns em casos de diabetes. Ocorrem pela desidratação provocada pela poliúria e pela incapacidade das células em receber glicose suficiente.

Vale lembrar que no diabetes tipo 1, a insulina é inexistente, e, no diabetes tipo 2, não funciona corretamente. E como é esse hormônio o responsável por promover a entrada da glicose circulante no sangue para dentro das células, consequentemente, a glicose recebida pelas células não supre as necessidades substanciais. E, assim, o organismo produz menos energia por falta de “combustível”, o que provoca sintomas como fadiga e sensação de falta de energia.

6. Visão embaçada

É muito comum pessoas com diabetes serem acometidas por alterações oftalmológicas, como sensação de vista turva ou embaçada. Isso acontece porque a glicemia elevada pode provocar inchaço do cristalino, que é a lente do olho. Com o edema, tanto a forma quanto a flexibilidade do cristalino são modificadas, o que leva ao comprometimento da capacidade de foco e, por fim, à visão embaçada.

Geralmente, à medida que os níveis de açúcar no sangue se estabilizam, a visão volta ao normal. E é importante não confundir essa alteração nos olhos com a retinopatia diabética, uma complicação grave da retina que pode surgir após anos de diabetes.

7. Infecções fúngicas de repetição

Como o diabetes provoca distúrbios no sistema imunológico por também alterar o funcionamento das células de defesa, de modo que pacientes com diabetes chegam a ser considerados imunossuprimidos, é comum o surgimento de infecções fúngicas que podem inclusive demorar a sarar.

São exemplos infecções fúngicas na pele e nas unhas, infecções na região genital – sendo a candidíase a mais comum – e pneumonia. Sem falar que a micção excessiva decorrente da poliúria facilita quadros de infecção urinária.

8. Feridas que demoram a cicatrizar

Para funcionar bem, o corpo precisa do oxigênio e nutrientes transportados pelo sangue, e, por isso, esse fluído circula por todo organismo de modo contínuo. Isso significa dizer que dificuldades surgidas nesse processo podem levar a sérios problemas de saúde. E, infelizmente, pessoas portadoras de diabetes têm no excesso de glicose um fator que propicia a má circulação sanguínea.

Logo, feridas, cortes, úlceras e lesões similares – especialmente nos membros inferiores – demoram a cicatrizar e podem até piorar com o tempo, por conta da diminuição da função das células responsáveis pela reparação dos tecidos e da dificuldade na geração de novos vasos sanguíneos.

9. Coceira frequente

Quem tem diabetes é também mais propenso a apresentar problemas na pele, principalmente em razão da baixa imunidade e por causa da dificuldade do corpo se manter hidratado por conta da poliúria – o que deixa a pele mais suscetível a ressecamentos.

A maior sensibilidade ao desenvolvimento de infecções por fungos e os problemas circulatórios comuns à doença são outros fatores que levam aos eventos de comichão.

10. Escurecimento das dobras

E para encerrar a lista dos 10 principais sintomas do diabetes temos as manchas escuras na pele, que têm aspecto aveludado e verrucoso e geram muito desconforto estético.

Condição denominada acantose nigricante ou nigricans, o escurecimento localizado da pele resulta da resistência à insulina, e ocorre com mais frequência em regiões de dobras como pescoço, axilas e virilha.

Auxílio médico

Agora que você já está por dentro dos principais sintomas do diabetes e como eles se apresentam – sem esquecer que existem outros sinais que não foram abordados, como impotência sexual, náusea excessiva, neuropatias diabéticas, etc.  –, caso tenha notado ter uma ou mais indicações que podem levar a um diagnóstico positivo dessa doença crônica e silenciosa, consulte um médico.

Somente por meio de exames laboratoriais próprios para o diagnóstico de diabetes mellitus é possível ter certeza sobre a existência dessa enfermidade, qual o tipo apresentado e o tratamento indicado.

E nunca é demais lembrar: qualquer pessoa pode ter diabetes mesmo sem casos prévios na família, sendo que as chances de desenvolver essa comorbidade aumentam em função da má alimentação, obesidade e sedentarismo.

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Fale sempre com seu médico.

Acompanhamento com seu médico de confiança e realização de exames regulares podem ajudar você a controlar o diabetes, além de colaborar para reduzir as chances de doenças cardíacas ou de derrame (AVC).

Em menos de um minuto você pode descobrir seus fatores de risco para o coração.

Conheça os principais sintomas que podem estar associados a doenças cardiovasculares.